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PASSAGEM DE SOM

‘Passagem de Som’ is a weekly half hour factual program that exposes the back stages of the Brazilian instrumental music creation, as narrated by key composers and instrument players. Paulo works as an editor of this series.

‘Passagem de Som’ é um programa documental que narra os bastidores da criação musical, contando com depoimentos de compositores e músicos que participam do Instrumental Sesc Brasil. Paulo trabalha como um dos montadores da série.

These are four example of the ‘Passagem de Som’. You can see all other shows here http://passagemdesom.sesctv.org.br/
Estes são quatro exemplos do programa. Você pode assistir todos os outros aqui http://passagemdesom.sesctv.org.br/

Frank Herzberg Trio

Há quase 20 anos morando e trabalhando no Brasil, o músico alemão Frank Herzberg recebe o Passagem de Som durante uma tarde de ensaio na sua casa, em São Paulo.

O baixista Frank Herzberg, o pianista Alexandre Zamith e o baterista Zé Eduardo Nazario mostram como o Trio trabalha e juntos, discutem partituras, composições e influências que permeiam o álbum “Handmade”, o último do Trio.

De uma nota ao motivo principal, acompanhamos uma aula particular de improvisação. O aluno é ninguém menos que o pianista, compositor e professor Osmar Barutti. Ao lado de Frank, eles lembram da época em que estudaram na Berkelle College of Music, em Boston.

Também acompanhamos uma tarde no programa de jazz ao qual o músico faz parte. Mas é no palco do Instrumental Sesc Brasil, onde os músicos trazem a sutileza do Trio, numa mistura de sotaques e origens, repleta de personalidade.

Wilson Dias

Hora de afinar a prosa e entrar no universo da viola. E como a memória do sertanejo está presente na obra do violeiro e compositor Wilson Dias, seguimos com o músico até a cidade de Campinas, no interior de São Paulo, para acompanhar de perto o projeto Viola e Café.

O encontro é com a cultura caipira. É lá onde músicos como Luiz Franco e Levi Ramos trazem um apanhado da história da viola e das cantorias da década de 1960.

Na casa de Júlio Santim, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, acompanhamos o ensaio que traz como inspiração o Vale do Jequitinhonha (MG). É do sertão mineiro que saiu a “mucuta” de sons e sonhos trazidos daquela região, além do tema popular que o pai de Wilson Dias tocava para acompanhar a esposa.

Com um pé na roça e outro na cultura popular, o músico nos apresenta a trilha sonora de uma vida que começou sem luz elétrica, pouca água, e com caminhadas diárias de 16 km até a escola.

 Andréa Drigo

A música como linguagem primeira, o violão que surge para uma criança em forma de amigo e o incentivo por parte do pai contam um pouco da história da musicista e violonista Andrea Drigo. O Passagem de Som traz um pouco dos encontros e das memórias, através da simplicidade de uma música reduzida à sua essência, revelando-se numa conversa lúdica.

Na oficina de percussão, Caito Marcondes conta um pouco dessa reunião entre os diversos gêneros e da abrangência dos instrumentos percussivos. E muitos instrumentos já passaram pelas mãos de Andrea Drigo como a cítara, o gugin, o piano e muitos outros.

Também visitamos o “atelier/lavanderia” da artista, local onde ela dedica o seu tempo para compor e pensar a sua música, além de desenhar ideogramas, ato que compara ao violão.

Depois acompanhamos uma das aulas de canto que, na opinião de Andrea, também é um instrumento que dialoga e trabalha com um processo de liberdade e da técnica no caminho do canto.

Trio que Chora

Antes de subir ao palco do Instrumental Sesc Brasil, o Passagem de Som leva o Trio que Chora para fazer um passeio pela cidade de São Paulo. Tudo isso, para explorar um pouco do universo do choro, gênero da música popular brasileira, que é considerado pelos seus músicos bastante sofisticado, difícil de tocar.

Em meio a grandes majestades do choro paulistano, como Izaias do Bandolim, Arnaldinho do Cavaco, Helinho do Bandolim, o bandolinista Agnaldo Luz e ainda a cantora Dona Inah, improvisamos uma roda de choro para que durante este encontro cada um contasse um pouco da sua história e claro, deixasse a música falar por si.

De lá seguimos com a violonista Rosana Bergamasco para a Escola Municipal de Iniciação Artística, e com a percussionista Cássia Maria para a Escola Lourenço Castanho, ambas em São Paulo. É lá onde as musicistas ensinam e incentivam alunos a aprenderem a arte da música.

Já com a flautista Marta Ozetti acompanhamos um ensaio da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, local onde mais de 80 músicos se dedicam a compor novos arranjos para música popular brasileira e internacional com uma roupagem orquestral. De volta ao palco, o Trio fala desse encontro e afina, em divertida conversa, a arte de experimentar e de viver a diversidade da música e do choro a cada dia.